quinta-feira, 17 de novembro de 2011

KÁTIA MARIA BOBBIO LIMA

Nasceu aos 03 de maio de 1960 em Conceição da Barra, norte do Estado do Espírito Santo. Kátia passou a infância e a adolescência envolta com tradições da sua terra natal. 
Primeira escritora de literatura de cordel capixaba, além de pintora, poetisa, declamadora e bacharel em direito. São mais de 100 títulos de cordel escritos e publicados sobre temas variados, inclusive sobre monumentos , personalidades e vultos históricos do Estado do Espírito Santo. Com 98 exposições de pinturas entre individuais e coletivas e várias declamações e participações em escritos literáriosO conjunto de sua obra artística nos faz pensar, quão envolvente foi o seu percurso de vida, desde a infância até os dias atuais, pois ela retrata tão bem e em minúcias determinados movimentos históricos do Espírito Santo que o cenário artístico e cultural de cada época trabalhado, ganha um novo brilho e cor no que ela se propõe.
Premiada várias vezes com medalhas e menção honrosa. Conhece todo o Brasil. Viajou pela Europa e América Latina visitando museus e galerias de arte, ampliando ainda mais os seus conhecimentos em pintura e literatura. Mas a sua maior atração é pela beleza, que o seu Estado oferece. Por isso Kátia Bobbio se dedica com tamanha sensibilidade a pintar e mostrar as maravilhas de sua terra em prol da ecologia capixaba. A sua obra é sempre marcada pela regionalidade, onde mostra as cidades do interior e os seus belíssimos pontos turísticos, as montanhas, as praias, os rios e lagoas, os mangues e as dunas do nosso litoral.
E, realmente, Kátia Bobbio desde criança sempre esteve envolvida com as tradições de sua terra natal (Conceição da Barra), ora vestida de Anjo coroando Nossa Senhora, ora vestida de Pastorinha bailando em frente ao Menino Jesus, ao som do bandolim de dona Nininha.
Toda essa experiência e conhecimento sobre a história, cultura e geografia do povo capixaba, ela consegue transpor em seus trabalhos de obras de arte.

Feito por Ludmila Brambati e Nayara Augusta

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Literatura Capixaba

Francisco Aurélio Ribeiro


Nasceu em Ibitirama (ES) em 1955. Estudou na terra natal, cursou Letras e Direito em Cachoeiro de Itapemirim. A especialização em Língua Portuguesa foi feita na PUC-Minas e o Mestrado em Literatura Brasileira e Doutorado em Literatura Comparada na UFMG. De volta à terra natal, passa a lecionar na UFES, área de Línguas e Letras. Participou da criação da revista "Você", espaço onde se divulgam os novos escritores do Espírito Santo. O autor é membro da Academia Espírito-santense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do mesmo estado, pertencendo ainda à Academia de Letras Humberto de Campos, de Vila Velha. É poeta e cultor da crítica literária. Em 1977 casou-se, em Guaçuí-ES, com Terezinha de Jesus Meneguelli. Desta união nasceram Flávia e Aurélio. Embora só tenha estreado, na área poética, em livro de 1997, "Vida Vivida", Francisco Aurélio Ribeiro já publicara poemas nos jornais e revistas de Vitória, e no Palavras da Cidade. Dele, disse Denerval Siqueira de Azevedo Filho: "O sentido na poesia de Francisco Aurélio é tão pouco dele como algo que estivesse no além. Entretanto, a matéria fôrma/forma nos vem através de sua respiração, na sonoridade e, pasmem, é um sopro." Presidiu a AEL no período de 1999 a 2001. Por outro lado, o poeta é aficcionado cultor da crítica literária, acompanhando de perto a evolução da literatura capixaba, destacando-se seus dois livros "Estudos críticos de literatura capixaba", de 1990 e "A Modernidade das letras capixabas", de 1993. Ainda na área do livro, a sua ativa produção infanto-juvenil e as coletâneas de crônicas.

Obras:
Era uma vez uma chave – infantil (1986) O gato xadrez – infantil Leve como uma folha - infantil O ovo perdido - infantil Ora, pombas! - infantil A gralha e a tralha - infantil Mistérios de lá e de cá - infantil A Literatura infanto-juvenil de Clarice Lispector (1993) UFES: 40 anos, in “Revista do IHGES, n. 44” (1994) O índio na Literatura do Espírito Santo, in “Revista do IHGES, n. 45” (1995) Amilton de Almeida e sua Múltipla Presença, in “Revista do IHGES,n. 48” (1997) Leitura e Literatura Infanto-juvenil (org.) (1998). A História e a Literatura: encenações da realidade, in “Revista do IHGES, n. 50 (1998) A Questão da Identidade Capixaba: sua projeção no imaginário da Literatura do Espírito Santo, in “Revista do IHGES, n. 50 (1998) Fantasmas da infância – crônicas (1997), além de diversos artigos. Literatura Feminina Capixaba (1920 –1970) – Academia Espírito-santense de Letras/Centro de Ensino Superior de Vitória - 2003 Frajola e sua paixão Estrela prometida Participação na Coletânea "Escritos de Vitória" - 9 - IGREJAS, da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo da PMV - 1995. Alguns de nós, 2001 org. de Miguel Marvilla e Maria Helena Teixeira de Siqueira
Participação na Coletânea "Escritos de Vitória, 26 -Vitória, Cidade Ilha", Vitória (ES), Prefeitura Municipal de Vitória, Secretaria de Cultura, 2009

Feito por: Camila Rodrigues e Tatiani Ferrarini

Literatura Capixaba

 Reinaldo Santos Neves


Reinaldo Santos Neves nasceu em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, em 03/12/1946, filho de Guilherme Santos Neves e Marília de Almeida. Iniciou seus estudos na Escola Sagrado Coração de Jesus, em 1953. Concluiu o ginásio e o clássico no Colégio Estadual do Espírito Santo, em 1961 e 1964, respectivamente. Concluiu o Curso de Letras (Português- inglês) na UFES, em 1968. Inicia sua vida profissional como tradutor e intérprete, na UFES, onde dirigiu a Editora da Fundação Ceciliano Abel de Almeida. Durante quatro anos trabalhou na revista Você, da Secretaria de Cultura da UFES. Participou com a obra Reino dos medas, em 1973, de concurso promovido pelo Instituto Nacional do Livro, recebendo menção honrosa. Pelo conjunto de sua obra, em 1996, recebeu do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo o prêmio Almeida Cousin.


Obras:

Reino dos medas (romance) RJ – 1971
A crônica de Malemort (romance) RJ – 1978
Poema graciano (poema) in revista Letran n.2 – 1982.
As mãos no fogo: o romance graciano (romance) – 1984
Sueli: romance confesso (romance) – 1989
Má notícia para o pai da criança (contos) – 1995
Dois degraus a leste, três degraus a oeste
(crônicas na Gazeta on line) 1997/1999.
Muito soneto por nada (poemas) 1998
A confissão (novela) 1999
Crinquinim e o convento da Penha ( literatura para crianças) - 2001



                     Daniel F. Bourguignon

Terceira Publicação

O novo cavalo de Troia
Por Luciana Veras

"Mais do que transferir para a web os métodos tradicionais de ensino, é necessário estimular a imaginação dos alunos, o prazer de aprender, o protagonismo cognitivo."

*O trecho está de acordo com as normas de concordância verbal e nominal.
*O termo "é necessário" compreende de forma coesa que é preciso estimular a imaginaçao de um todo, não especificando exatamente a um pequeno grupo.

Daniel F. Bourguignon